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Macarrão não é inimigo da boa forma

Macarrão não é inimigo da boa forma

Macarrão não é inimigo da boa forma

Não é de hoje que as pessoas adoram comer macarrão. Mas de uns tempos pra cá, elas têm ficado mais preocupadas: será que faz bem pra forma física? As massas são mal vistas, mas, nem sempre, são ruins assim para a saúde.

O macarrão tem origem das mais antigas e não há registro de que tenha engordado as populações que o abraçaram em sua cozinha. E não foram poucas, viu? Se há divergências em relação ao berço da massa, não sobram dúvidas de que ela virou um sucesso em vários países. Prova disso é que esse tipo de prato costuma ser visto como porto seguro em viagens internacionais, quando deparamos com cardápios exóticos.

As massas não contribuíram para o ganho de quilos extras nem o acúmulo de gordura no corpo. Surpreendentemente, identificaram até uma ligeira associação com a perda de peso. “Isso traz à tona a questão de que consumir macarrão dentro de uma dieta saudável não necessariamente atrapalha o emagrecimento”, avalia a nutricionista Clarissa Fujiwara, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

Outra análise graúda que reforça essa conclusão foi conduzida no Neuromed – Istituto Neurologico Mediterraneo Pozzilli – claro que os italianos não podiam ficar de fora, né? Nela, os estudiosos apuraram peso, altura e circunferência da cintura e do quadril de nada menos que 23 366 pessoas.

Os dados finais mostraram, então, um resultado semelhante ao da revisão canadense: comer massa não fez o ponteiro da balança saltar. Pelo contrário. Incluída dentro das necessidades calóricas de cada indivíduo, a receita favoreceu uma composição corporal saudável. Além disso, tirar proveito das massas foi associado à ingestão de mais alimentos bem-vindos, como tomate, azeite, cebola e alho.

Os tipos de massa

Comum: Mais consumida por aqui, é composta basicamente de farinha de trigo e água. Por isso, do ponto de vista nutricional, é a que menos chama atenção. Mas está tudo bem: capriche em um molho nutritivo e gostoso.

Integral: Como o próprio nome já diz, apresenta a farinha de trigo integral (e água, claro). A vantagem é que reúne mais fibras, que lentificam a escalada de açúcar no sangue e dão saciedade extra. Por causa do conteúdo fibroso, é mais escura.

Colorida: Além das onipresentes farinha de trigo e água, essa variedade leva verduras e legumes em sua fórmula. Beterraba, espinafre e cenoura são exemplos. É por causa desses itens que a massa ganha cor – e mais nutrientes.

Sêmola: É feita de água e uma farinha especial, de trigo do tipo durum, que contém a tal da sêmola – obtida a partir da moagem da parte interior do cereal. Mas esse trigo não é produzido por aqui. Logo, são usadas farinhas de outras espécies.

Grano duro: Tipo mais degustado fora do Brasil. Vem também do trigo durum – como ele é importado, a massa encarece. Por ser um cereal resistente, o macarrão não se desfaz tão fácil quanto o comum se esquecido na panela. Fica al dente sem esforço.

Com ovos: Mistura de farinha de trigo, água e, adivinhe, ovos. Por isso, não tem ibope entre veganos e alérgicos ao alimento. Mas com o colesterol não precisa encucar: a quantidade que vai na massa não é suficiente para fazer a gordura na circulação subir.

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